Correndo muito ultimamente. O trabalho é muito, o salário é pouco, pra depois a faculdade exigir um tempo que eu não tenho e é assim todos os dias, 3 horas de sono e tudo de novo, o cheiro de fumaça dos ônibus, do cigarro do chefe, da tinta nankin.

Corro tanto pra chegar nem sei onde.

Pago por todas as coisas que não uso.

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Daí lembro da areia, do vento, dele. E tudo faz sentido.